Fala aí, quem não adora aquele clipe do Blur!?

[ eu ]

. federal
. terceiro ano
. 100 - 200 - 304
. CCL
. 180
. jôs
. frango
. sexta
. versões
. primeira aula
. bosque
. bigode
. pra que diabos inventaram as EXATAS?!?
. jornalismo ? letras ? filosofia ? ciências socias ? artes
. Rio - São Paulo
. truuuuuuco!!!!!!!!!!
. seeeeeeeeis!!!!!!!!! (hahaha! não resisti!)
. DG - KK
. pinacoteca
. futebol
. goleeeira sim, e daí?
. jifet´s
. camponesas
. fogo na ropa
. GLECC
. Charles Chaplin
. música
. voz e violão
. sarau
. mpbanda
. dark ruby (yeahhh!)
. espeto!
. viagens
. sertão
. São José do Rio Pardo/ Cantagalo/ Cordisburgo/ Campinas
. brisa
. literatura
. contos (ou tentativas de)
. Porto
"senta, ele senta!"
"não é ele! não é ele!"
"eu vi a luzzz cara!!"
"él él, mano abééél!!"
. metrô
. paulista
. pizza de chocolate
. cinema
. kill bill
. existencialismo
. complexo
. perdida
. amor X indiferença
. meio termo
. coragem
. palavras ao vento
. o que ficou?
. intransigência
. o troco
. silêncio
. oscilam
. surpresas
. detalhes
. volubilidade
. mãos dadas
. chuva
. olhares
. cartas pra ninguém
. futuro
. sentido
. muros
. olhares
. estilhaços
. marcas
. mentiras
. mancadas
. sopros
. respostas
. saídas
. vida louca vida
. terceiras intenções
. (...) e as famosas reticências, agora acompanhadas pelos insistentes parênteses
*medo*

[ hey hey hey ]

. los hermanos
. pato fu
. 14 bis
. mutantes
. secos e molhados
. gil - caetano - gal e derivados
. chico buarque (à parte, é claro)
. elis regina (tb à parte)
. maria rita
. zélia duncan
. adriana calcanhoto
. marisa monte
. cássia eller
. cazuza
.
. beatles
. guano apes
. coldplay
. alanis morissette (antes dela ir pra Índia e nos deixar órfãos de sua rebeldia!)
. weezer
. strokes
.
. ludov
. gram

[ li/leio ]

. Clarice Lispector
. Lygia Fagundes Telles
. Guimarães Rosa
. Ligia Bojunga Nunes
. Sartre
. Zélia Gattai
.
. Fernando Pessoa
. Cecília Meireles
. Drummond
. Sylvia Plath

[ c o n t a t o ]

e-mail/ msn: laurinha_frango@hotmail.com

[ b l o g s ]

panela das jôs
tríade
re-volta
felicidade clandestina
lua e cipreste
jorunn
palmitato
angels dream
coco e clari
desabafódromo
meninos fúteis
psiquiatria
lígia
pepeu e chavinho
honônimo
thiago
fuga para o além
pataka
suzana
sem idéia!
forasteiro
fábrica de bolachas
larissinha
luísa
textículos
km 140
renatinha
shadowolf
cornetando!
depois de tudo o fim...
minha autoria

[ f l o g s ]

da mari
do fí
da coxinha
da garrafa
da juju
da yve
cornflake

[ l i n k s ]

crônicas de passagem
semana euclidiana

pato fu
los hermanos
ludov

teatro popular do sesi
sesc on-line
centro cultural banco do brasil
itaú cultural
santander cultural

e-pipoca
Ticketmaster
bravo! on line

FNAC
comversos
releituras.com
caros amigos

[ arquivos ]

setembro/2003
outubro/2003
novembro/2003
dezembro/2003
janeiro/2004
fevereiro/2004
março/2004
abril/2004
maio/2004
junho/2004
julho/2004
agosto/2004
setembro/2004
outubro/2004
novembro/2004

[ créditos ]

Marilalalá
Samanta
Blogger Brasil
Yaccs

Segunda-feira, Novembro 29, 2004

E a seleção de bandas pro Cefestival foi hoje....

Créditos: Alexis!

* Mariana invadindo o blog da Laurinha!!! uhuuuuu! soh assim mesmo pro meu nominho ser citado aqui!!! :P


Rabiscado por Laurinha às 00:19.



.::.

Sábado, Novembro 27, 2004

"Não, nunca me acontecem milagres. Ouço falar, e às vezes isso me basta como esperança. Mas também me revolta: por que não a mim? Por que só de ouvir falar? (...)

Mas tenho um milagre, sim. O milagre das folhas. Estou andando pela rua e do vento me cai uma folha exatamente nos cabelos. (...) Isso me acontece tantas vezes que passei a me considerar modestamente a escolhida das folhas. Com gestos furtivos tiro a folha dos cabelos e guardo-a na bolsa, como o mais diminuto diamante. Até que um dia, abrindo a bolsa, encontro entre os objetos a folha seca, (...), morta. Jogo-a fora (...) também porque sei que novas folhas coincidirão comigo.

Um dia uma folha me bateu nos cílios. Achei Deus de uma grande delicadeza."

A Descoberta do Mundo - Clarice Lispector

Enfim, esse texto é em homenagem a todas as conversas da semana, que de uma forma muito especial me fizeram perceber o quanto ter amigos é, de certa forma, um grande milagre.


Rabiscado por Laurinha às 14:56.



.::.

Quarta-feira, Novembro 24, 2004

Pose
Engenheiros do Hawaii

Vamos passear depois do tiroteio
Vamos dançar num cemitério de automóveis
Colher as flores que nascerem no asfalto
Vamos todo mundo... tudo que se possa imaginar

Vamos duvidar de tudo que é certo
Vamos namorar à luz do pólo petroquímico
Voltar pra casa num navio fantasma
Vamos todo mundo... ninguém pode faltar

Se faltar calor, a gente esquenta
Se ficar pequeno, a gente aumenta
E se não for possível, a gente tenta

Vamos velejar no mar de lama
Se faltar o vento, a gente inventa
Vamos remar contra a corrente
Desafinar do coro dos contentes


Rabiscado por Laurinha às 21:50.



.::.

Segunda-feira, Novembro 22, 2004

Sabe quando aquele sentimentozinho irritante chamado "angústia" fica martelando, martelando, martelando até te deixar com essa sensação de que alguma coisa grande e perigosa está presa na sua garganta, mas você não tem coragem de gritar alto o suficiente?

Sabe quando as forças parecem ter sido arrancadas de dentro de você com tamanha violência que parece que seu corpo todo vai sucumbir junto, e aquela lágrima fica presa entre um meio-sorriso desconsolado e entorpecido?

Sabe quando todas as coisas parecem estar dando errado, e quando você se olha direto no espelho só vê uma imagem retorcida e desconexa e nesse momento parece mesmo é que um daqueles grandes furacões passaram por ali e deixaram tudo uma tremanda bagunça?

Sabe quando a coisa que você mais queria é que os seus problemas nunca, jamais, em hipótese alguma atingissem as pessoas com quem você realmente se importa e pelas quais você moveria céus e terras, pelas quais você lutaria até o fim, até que não te restasse mais nada?

Sabe, mas você sabe mesmo o que é querer dizer com todas as suas forças alguma palavrinha mágica que consertasse tudo?

Pois é.

E, sabe de uma coisa?

Eu também queria que o tempo voltasse.
Eu também queria que as coisas fossem simples como naquele tempo.
Eu também queria...


Rabiscado por Laurinha às 14:45.



.::.

Sábado, Novembro 20, 2004

Finalmente a minha lista de filmes pra ver diminuiu um pouco.

"Má Educação", do Almodóvar, me surpreendeu, apesar de não do modo como eu esperava. Foi aquela surpresa morna. Mas, como li numa crítica por aí, "mesmo o pior filme de Almodóvar é melhor do que o melhor filme de muitos diretores por aí". Concordo. A trilha sonora, sensacional, uma mistura de cantos de igreja com orquestras tocando temas sufocantes, contribuiu muito para dar um pouco mais de veracidade ao clima tenso que se apodera da tela do meio até o final do filme. E o filme fala, de forma polêmica, acima de tudo, sobre o amor. Traz à tona velhos tabus: a perda da inocência, pedofilia, drogas, ganância. Um roteiro bem amarrado, misturando realidade e ficção, traz originalidade à trama, conduzindo o espectador, de forma angustinte, à busca da verdade. E o que impressiona mais são os personagens vividos por Gael García Bernal, cheios de dualidades, de falhas de caráter e ao mesmo tempo de doçura, de traumas, de dramas. É daqueles filmes em que você sai pensando, e não imaginando o que vai comer quando chegar em casa. Só por isso, já vale o ingresso!

"Kill Bill, Vol. 2", do Tarantino, foi surreal mesmo. Como se não bastasse, o brilhante diretor supera todas as expectativas levando às telas um filme, sobretudo, engraçado. De um humor sarcasticamente inteligente, beirando, muitas vezes, o humor negro, Kill Bill, Vol. 2 é carregado de clichês cinematográficos (como era de se esperar, já que Tarantino mais parece uma enciclopédia de cinema!), como a hora em que a heroína escapa da situação mais impossível, ou quando o vilão parece já ter ganho a parada, até que o jogo muda aos 45 minutos do segundo tempo. Impagável mesmo, até na citação filosófica do Super-Homem.


Rabiscado por Laurinha às 16:16.



.::.

Quinta-feira, Novembro 18, 2004


*saudade*


Rabiscado por Laurinha às 16:52.



.::.

Quarta-feira, Novembro 17, 2004

Faz um tempão que eu não falo sobre política aqui. Até porque essa coisa toda já me deixou um tanto quanto cética.

Mas hoje, ao finalizar um trabalho de sociologia sobre as Eleições Municipais de 2004, me empolguei tanto que achei por bem colocar o texto aqui.

Com certeza, todos nós nos saímos dessa experiência com um pouco mais de visão crítica no que diz respeito às eleições e todos os pormenores que rodeiam o processo eleitoral. Porém, terminamos esta conclusão com uma triste confissão: se não fosse o trabalho (e as obrigatoriedades que dele implicam), não teríamos dado a mínima atenção ao horário eleitoral. Tampouco ao discurso daqueles que ocupam míseros 40 segundos na propaganda política da televisão. E é assim na maioria dos lares brasileiros, onde a propaganda política é motivo de:

- riso: "Hahaha! Peroba neles! Será que esse cara é dono da fábrica de óleo de peroba, hein?";
- decepção: "Ah! A novela vai demorar mais 20 minutos pra começar?";
- pouco caso (e íntima satisfação): "Filho, põe aí no SPORTV até que essa porcaria acabe e sua mãe possa ver a novela!";
- indignação: "Vamos logo, todo mundo desligando e indo pra cama! Agora!"

Motivo de tudo. Menos de conscientização.

A busca pela compreensão mais aprofundada sobre um tema que pouco nos atraía - assim como pouco atrai a maioria dos eleitores (teoricamente os principais interessados na coisa toda) - foi cansativa. Muitas vezes frustrante. E muita dessa frustração está intimamente ligada ao fato de constatarmos que, no final das contas, ninguém está pouco se lixando para as propostas, para o que cada candidato tem de diferente para dizer. Até porque, cá entre nós, nenhum deles diz nada de novo. A maioria só decora e depois sai por aí reproduzindo aquele monte de promessas vagas que a gente está cansado de ouvir. Montes e montes de "mais": mais educação, mais emprego, mais rota na rua, mais agodão-doce nos parques de diversões.

Há quem diga algo diferente? É claro. Como não? Não somos aqui um bando de generalizadores. Mas quem foge do padrão ou está mesmo querendo aparecer (vide o candidato ex-apresentador de luta livre que agora que grita, com a maior cara-de-pau de todas, o já famoso: "Peroba neles!"; ou a candidata que parece que acredita mesmo que as pessoas que a assistem em casa tem algum grave problema auditivo; ou ainda o candidato pró-aerotrem, que repete há vários anos a mesma ladainha, como se nós - pobres eleitores torturados - não estivéssemos cansados de saber!) ou mantém aquela linha "oposição utópica - uni-vos!", tão clichê e tão 1% das intenções de voto que chega a tornar-se ridícula.

E, quer saber? O povo, o povão mesmo - que é quem, na realidade, decide essa palhaçada toda - escolhe mesmo é pelos boatos, pelas especulações, como bem disse a brilhante Maria Rita Khel:

"Ah, mas ela fez botox, gente, quanto será que custou aquilo?", "Você viu só, mal virou prefeita já largou do marido, vê se pode, tá lá com um gringo!".
"É um filhinho de papai, não vê pela cara? Olha a cara dele!", "Se com ela já tá desse jeito, imagina só com ele! Aí é que desanda tudo!".
"Ah, esse rouba mas faz!".
"No tempo dela não era assim não! Era diferente!".

E é só isso mesmo. É só isso que nos resta: criticar. E ainda por cima devemos nos dar por contentes, porque - vejam só! - pelo menos ainda possuimos esta capacidade. Até quando?"

* blah! Saiu com um monte daquelas interrogaçõezinhas de cabeça pra baixo!!!! Ah, preguiiiiiiiça de arrumar, ó! =/


Rabiscado por Laurinha às 18:19.



.::.

Terça-feira, Novembro 16, 2004

Os corajosos não vivem muito. Os cautelosos não vivem nada.


A Juju (última da esquerda pra direita, ao lado da menina da voz de ouro!) foi a amizade mais engraçada da minha vida! hahaha! Sério! A gente não podia ficar perto uma da outra que ríamos o tempo todo, né? Saudade das conversas profundas naquelas noites frias em São José do Rio Pardo... Bom, pelo menos agora eu tenho uma amiga que vai ser freira! Acreditam? Pois é. Louvável, já que poucas pessoas hoje em dia pensam em outra coisa ao não ser no próprio umbigo. Doar-se assim, com esse desprendimento, ainda mais nos dias de hoje, tão conturbados é digno de aplausos! \o/

E pode preparar a casa que as férias estão chegando! =oP


Rabiscado por Laurinha às 15:49.



.::.

Segunda-feira, Novembro 15, 2004

Caiu na UFRJ, acreditam?

Cântico IX
Cecília Meireles

Os teus ouvidos estão enganados.
E os teus olhos.
E as tuas mãos.
E a tua boca anda mentindo
Enganada pelos teus sentidos.
Faze silêncio no teu corpo.
E escuta-te.
Há uma verdade silenciosa dentro de ti.
A verdade sem palavras.
Que procuras inutilmente,
Há tanto tempo,
Pelo teu corpo, que enlouqueceu.

Tudo bem que eu tomei um susto, porque eu não esperava que fosse dissertativa.
Mas depois que eu abri o caderno de perguntas e dei de cara com Clarice Lispector e Cecília Meireles... ah...

Até que me fez bem esse tempo sozinha.


Rabiscado por Laurinha às 23:12.



.::.

Quarta-feira, Novembro 10, 2004



Rabiscado por Laurinha às 17:23.



.::.

Domingo, Novembro 07, 2004

Engraçada a conversa de hoje.

Engraçada de tão contraditória, ainda mais saindo da boca de quem, há tempos e tempos, se dizia tão inatingível. Tão superior, né? Mas sempre surge esse alguém (ou essa alguma coisa) pra nos colocar de joelhos e até - vejam só - nos fazer voltar atrás e passar quase que instantâneamente, para o outro lado. O lado mais fraco, como você me dizia, lembra?

Confesso que, no início, fiquei até com uma vontade louca de fazer que nem a minha mãe sempre faz (e, cá entre nós, não tem coisa que me tire mais do sério do que quando ela faz isso): apontar o dedo bem apontado e esfregar aquela odiosa sentença: "Não te disse? Não te avisei?". Não, não. Por enquanto não chegamos na fase do "Onde foi que eu errei?". hahaha.

Mas achei que seria uma grande perda de tempo. Primeiro, porque é isso aí. Todo mundo, por mais auto-suficiente que seja, um dia tropeça nos olhos de alguém. É inevitável. É claro que a grande diferença é que uns esperam tanto por esse momento que chega a dar nos nervos. Enchem a vida de ansiedades e expectativas, pra quê? Pra quebrá-las no final? Tá, tá. Prometi a mim mesma não me prolongar muito nessa coisa de expectativas. Ponto.

E tem gente que foge, se esconde. Daí que vem os muros e blá blá blá. Tudo medo. Medo mesmo. Você era bem assim quando te conheci, lembra? Assim ao extremo! Fiquei pensando no que te dizer nesse momento - porque SIM, por mais que você não esteja, eu estou feliz pra caramba por você. Por vocês. Seu primeiro "vocês", não é uma grande coisa?

Eu queria poder te falar aquele monte de coisas óbvias, do tipo: diga sempre tudo que tem pra dizer, sinta tudo por todos os lados, corra os riscos, sinta na pele, façam sentido. Sejam amigos, sejam melhores juntos. E, por favor, não deixem que aquele grande fantasma chamado rotina lhes tome pelos pés. Invistam, insistam.

Mas a única coisa que me vem a cabeça é aquilo de fechar os olhos e sentir a correnteza...


Rabiscado por Laurinha às 00:21.



.::.

Sábado, Novembro 06, 2004

Perdi a conta do que era meu:

No fim de tudo era tudo tão certo
- mais até do que no dia
em que te conheci.

Qual de nós sobreviveu?


Rabiscado por Laurinha às 15:18.



.::.

Quinta-feira, Novembro 04, 2004

Às vezes eu páro e penso em como as coisas mudaram em tão pouco tempo.

Sério.

Mudaram tanto que ultimamente as peças dentro de mim (que antigamente encaixavam no final das contas com um pouquinho de insistência) simplesmente não encaixam mais.

Será que perdi alguma?

BARCOS
(Rosa Passos e Fernando de Oliveira)

Meus sonhos são barcos que descem o rio
em busca do mar que reluz no horizonte,
e fogem da sorte dos pobres vadios
que saltam pro céu despencando da ponte.

Os barcos são coisas que as águas carregam
e às vezes não trazem de volta jamais.
Meus sonhos são barcos seguindo com pressa
e muitos se quebram nas pedras do cais.

* e, mesmo assim, é impressionante como algumas coisas nunca mudam, mesmo depois de tanto tempo longe...


Rabiscado por Laurinha às 18:45.



.::.